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Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marisa Monte: a nata da MPB toma conta do Recife em dezembro | Viver: Diario de Pernambuco

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Dia 13/12 (Sábado) – Palco Recife
• Maria Gadú
• Arnaldo Antunes
• Giberto Gil & Marisa Monte
• Nação Zumbi

Palco Olinda
• Atração local (a definir)
• Banda do Mar
• Atração local (a definir)

Dia 14/12 (Domingo) – Palco Recife

• Lenine
• Ana Carolina
• Caetano Veloso
• Seu Jorge

Palco Olinda
• Atração local (a definir)
• Preta Gil
• Atração local (a definir)

Um olhar sobre São João do Rio do Peixe: QUEM É QUEM (SOUZA FREITAS)

O ícone da Família Freitas.

Aquele a quem admiro e, hoje, lendo sobre ele, percebi que tenho muito mais em comum com sua personalidade do que poderia imaginar.

Sempre me espelhei em sua determinação. Lamento ter estado tão pouco tempo em sua presença física, mas ele sempre esteve comigo em intenção e pensamento. Assim sinto!

Sei que essa minha gana em aprender sempre mais, em saber um pouco de tudo, essa, ainda pequena, habilidade na Comunicação, vem dele.

Temos gostos parecidos e sei que honrarei seu nome em tudo o que fizer.

Agradeço por ter herdado dele o mais importante: a vontade de ser melhor a cada dia e de ajudar a todos em volta. Seja na Educação, na Política, na Comunicação, na área Jurídica [a qual agora farei parte], etc.

Gratidão por essa herança linda, meu caro Souza Freitas.

De onde estiver, receba meu carinhoso abraço. O abraço saudoso de sua neta que sempre te lembra com amor e admiração!



Meu amor é teu!





Um olhar sobre São João do Rio do Peixe: QUEM É QUEM (SOUZA FREITAS): “Souza Freitas Carlos de Souza Freitas , filho de Luiz de Souza Freitas e de Juliana de Souza Freitas, nasceu em Catolé do Rocha,...

Ei de querer por ti.

ei de gritar a dor latente
expor a ferida aberta
sangra, sangra, derrama

ei de sorrir o amor descontente
repor as horas dissidentes
que jogaram-me à lama-cama

esconder-me-ei do mundo
de tudo que torna tua face para mim

escreverei no vento o que de cor senti
dissipando as falsas noções, me arrependi

de viver num eterno contraste
torturante
sufocante
de querer por ti.


[Sophie Di France]

Viva e/ou morra

Viva ao desamor.
Ao cansaço dos corações
que, amadores por opção,
impõem sua autoridade e cessam
sem perdão
as atividades amorosas.

Viva ao desamor.
À indiferença do ser amado 
repousando sobre o teu amor-próprio
a vontade da ausência dita
sem ilusão
devorando tua sensibilidade.

Viva ao desamor
A embriaguez do afeto que cega
tresloucado gesto que impera
envolve tua racionalidade
na ilusão
de um dia viver a reciprocidade.

Viva. 
Viva ao desafeto, 
à desilusão,
à indiferença,
ao esquecimento,
à falta de lembrança,
ao descontentamento
à você.

Viva a morte das sensações
que ergueram teu ego
ascenderam tua alegria
elevaram tua alma
à paragens outrora cobiçadas.

Viva e morra, sem querer
que o amor venha
pois morrerás de uma ou de outra forma
amando ou desamando
desejando ou odiando 
o ser adorado do teu eu.


MonaliZaFreitas